6 de dez. de 2009

Jornal da Foto, Número 6 nas bancas e online.


Jornal da Fotografia: 6 número consolida iniciativa.


A iniciativa do Jornal da Fotografia, de Natal / RN, continua na ativa e produzindo.

Acabou de ser lançado o número 6 do jornal. Em Natal se compra nas bancas, mas o pessoal dá uma chance e nós disponibilizamos via link na versão em PDF.

Neste número, Pernambuco tem um destaque especial. Por dois motivos: O protfólio é da fotógrafa Pernambucana Flora Pimentel, com duas páginas dedicadas a uma das suas especialidades: fotografia de show.


Foto: Vanessa Trigueiro

Em adição o jornal traz a matéria sobre o debate acontecido na UFPE, e promovido pelo grupo F1, sobre a crise no fotojornalismo, que teve a participação do próprio pessoal do jornal da foto e de editores dos jornais locais.


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21 de out. de 2009

5a. edição do jornal de fotografia, nas bancas e on-line, via autofoco


Jornal da Foto: Número 5.

O pessoal do jornal da fotografia de Natal (em tempo: Marcus Ottoni, João Maria Alves e Brum) não tem deixado a peteca cair. A publicação já está no número 5. Em Natal/RN, está disponível em várias bancas.

Na internet, o AutoFoco dá uma mão e o link para download em PDF. Claro, sempre, com a devida autorização do pessoal. Neste número, o destaque é para o livro do fotógrafo Odair Leal, 34, enfocando os trabalhadores sem-terra na Amazônia.

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5 de out. de 2009

Jornal da Fotografia. Nas bancas e online via AutoFoco...


Jornal de Fotografia. 4a. edição.

Já está nas bancas o 4º número do "Jornal da Fotografia", uma publicação independente voltada para o segmento das artes visuais no Rio Grande do Norte. A iniciativa é de três fotógrafos profissionais basaeados em Natal: Marcus Ottoni, João Maria Alves e Brum.

Já falamos do jornal aqui, no autofoco, em junho.

Para ler, em PDF, acesse aqui. Em tempo: Download autorizado pelo pessoal do jornal. O AutoFoco agradece, passa o link e dá força para a iniciativa.

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14 de set. de 2009

Salgado fala sobre o Gênesis


Foto: Marcos de Paula/AE
Sebastião Salgado, 65 anos, em entrevista sobre seu projeto Gênesis.


Sábado último, dia 12, saiu uma entrevista no Estado de São Paulo, com Sebastião Salgado. As idéias de Salgado não mudaram muito, mas ele falou sobre o novo projeto "Genesis", sobre edição do seu volumoso material, sobre tempo para fazer projetos e retratos, patrocínio de projetos, manipulação digital e a entrada do seu acervo no mercado de arte.

Confira aqui a entrevista e matéria na íntegra.

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2 de set. de 2009

ENTREVISTA: Fotojornalismo potiguar em alta.


Jornal da Fotografia de Natal/RN - 3a. Edição.

Há pouco tempo, divulgamos aqui no blog uma iniciativa louvável em tempos de, como falam por ai, “crise do fotojornalismo”: o Jornal da Fotografia, uma publicação independente, sem tutela política editorial ou empresarial, voltado para o segmento das artes visuais no Rio Grande do Norte.

O AF de Autofoco apresenta agora uma breve entrevista com a trinca de peso do fotojornalismo potiguar que comanda a linha de frente desta publicação: João Maria Alves, Brum e Marcus Ottoni.

AF de Autofoco - Como surgiu o projeto "Jornal da Fotografia"? E com que objetivos ele chega as bancas?

João Maria - O Jornal surgiu da necessidade de se criar um órgão que informe tudo que diga respeito a fotografia e artes visuais, em geral. Ele chega as bancas com objetivo de mostrar o grande potencial que o estado possui em valores profissionais da imagem. E também de alertar o público o cuidado que se deve ter com o patrimônio histórico da fotografia como parte da história de um lugar.

Brum – Nós queríamos fazer um jornal que fosse direcionado ao publico que curte fotografia, amador ou profissional e que pudesse levar informação de qualidade para esse publico, que cresce a cada segundo.

Marcus Ottoni – Acredito que o jornal seja uma das três ferramentas que ancoram um projeto foco que é conscientizar os fotógrafos, amadores ou profissionais, da importância da fotografia como registro histórico de um tempo, um momento, um personagem , uma cidade, um estado com todas suas características sociais, culturais, étnicas, religiosas e urbanas. Isso compreende entender a fotografia e valorizar quem dela faz uso, seja para ganhar a vida ou apenas como hobby. Para isso se faz necessário unir as pessoas deste segmento para que, a partir do debate aberto, se possa criar diretrizes e metas para que a memória visual do nosso povo seja, efetivamente, preservada para as gerações futuras, sendo, também, uma das prioridades dos gestores públicos em suas administrações.

AF - Para voce(s), essa é uma proposta viavel para a fotografia e para o fotojornalismo no Brasil?

Brum - Com certeza. Com um veiculo como esse, além de divulgar os profissionais e amantes da fotografia, ele ainda mostra a estes profissionais seus direitos, deveres, como proceder, onde ir e principalmente, faz a união dos amantes da fotografia, fortalecendo cada vez mais esta categoria.

MO - Toda vanguarda é viável e positiva para qualquer nação. Quebrar os paradigmas e estabelecer novos conceitos e valores nas ações cotidianas das pessoas é uma forma de viabilizar um novo tempo de trabalho com um novo conjunto de ações elaboradas sob uma nova ótica que, nesse caso, é a busca pela preservação da memória visual da sociedade potiguar. A inércia, em qualquer situação, só é revertida com um movimento, seja ele físico, intelectual, material e profissional.

JM – Acredito que a proposta do Jornal é viável, sim. E além da própria publicação, agregamos a nossa proposta o site do phootoclube e aulas de fotografia, cuja meta, além de ensinar o recurso mais básico da fotografia, com noções de fotojornalismo, é a conscientização do valor histórico que esta se propõe.

AF - Qual a formação de voces? Como chegaram a fotografia?

JM - Sou auto-didata na profissão, mas com experiência de 30 anos no exercício desta. Comecei fotografando festas de confraternização entre parentes e amigos. Depois, com militância em movimentos sociais, passei a registrar as atividades relacionadas as entidades de classes, passando por publicidade e o fotojornalismo, onde exerço até hoje.

Brum - Eu sou formado em publicidade e direção de arte. Na verdade eu sou ilustrador, e a foto sempre esteve presente em minha vida, só que do outro lado da câmera, pois desde que comecei a vida profissional, qualquer coisa que vou fazer tem uma foto envolvida para que eu manipule ou trate.

MO - Eu sou jornalista desde 1975, quando comecei a trabalhar no extinto “Diário de Brasília” na época em que existia o registro provisionado, que nos era dado pelo Ministério do Trabalho com prazo de um ano. Após esse período de atuação ininterrupta na profissão, o registro era substituído pelo registro profissional. Tive a oportunidade e a honra de aprender com profissionais de alto nível, como Luiz Humberto, Marcos Santille, Jamil Bittar, Salomon Cytroniwic, Orlando Brito, entre outros. E ajudei no aprendizado de profissionais que hoje são referência nacional como Sérgio Marques, Lula Marques, Antonio Cruz, entre outros.

AF - Não há duvidas de que a internet é uma ferramenta que auxilia na produção e na circulação das imagens produzidas hoje na cadeia fotojornalista no mundo. Voces planejam lançar essa proposta do "Jornal da Fotografia" na rede?

Brum - O jornal da fotografia já nasceu com o suporte do nosso site, do Phootoclube. Assim podemos divulgar nosso trabalho além do RN.

MO - Nós já atuamos na rede mundial de computadores. Antes mesmo do jornal nascer, criamos as duas outras ferramenta: o Phootoclube Potiguar e o site www.phootoclube.com.br. O primeiro tem o objetivo de congregar os fotógrafos, descobrindo novos talentos e aproximando os mais antigos da nova geração através de projetos e ações na área. O segundo (que está fora do ar por causa de algumas anomalias apresentadas na sua configuração – deve voltar em setembro) é o divulgador mundial dos trabalhos que vamos e estamos realizando, além de estreitar as relações do pessoal do Rio Grande do Norte com os fotógrafos do resto do mundo e as novidades na área da fotografia mundial.

AF – Por falar no fotoclube, gostaria que você(s) falassem um pouco a respeito dele. Quando surgiu? Qual a importancia de um coletivo como esse para a produção fotografica / fotojornalistica da cidade?

Brum - È de uma importância tremenda, pois muitas vezes os profissionais não conhecem os seus direitos ou ficam de fora de eventos e cursos que acontecem por ai. E quando conhecem, muitas vezes não tem onde se apoiar.

MO - O Phootoclube Potiguar é uma associação de fotógrafos (profissionais, amadores, hobbistas etc) que tem como objetivo propor debates sobre os problemas do segmento no estado e realizar ações e eventos relacionados com a fotografia, não apenas nas datas comemorativas. Além disso, o Phootoclube é uma ferramenta de congregação do segmento e da descoberta de novos talentos em todas as vertentes da fotografia. Isso faz do clube uma entidade importante para o segmento porque, além de reunir, debater, criar eventos ele também vai ancorar ações de consciência fotográfica e pressão junto aos gestores públicos para que a memória visual das cidade do estado e do próprio estado seja vista como uma prioridade de governo e não como um instrumento de promoção pessoal do gestor, guardando para as gerações futuras apenas e tão somente os momentos em que o gestor visita comunidades, inaugura obras ou recepciona autoridades.

Entrevista feita por email por João Guilherme Peixoto.

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21 de ago. de 2009

National Geographic no Mercado de Fotografia de Arte.


National Geographic no Mercado de Fotografia de Arte.


Deu no blog Jornalismo e Internet.

A National Geographic Society resolveu abrir seu imenso arquivo fotojornalístico para o mercado das artes e realiza, a partir de 17 de setembro, uma primeira exposição de imagens fotojornalísticas, na Steven Kasher Gallery, de New York.

"Só recentemente o Fotojornalismo foi reconhecido no mundo das Belas Artes", explicou Maura Mulvihill, vice-presidente da coleção de imagens da National Geographic Society.

Reempacotamento? Certamente. Mas com uma boa justificativa: dos milhares de fotografias de a National Geographic possui e produz, apenas 1% é publicado. Nesse horizonte, certamente há centenas de milhares de fotografias vendáveis. Questão de mercado, de crise, enfim, de nova frente de negócios para a fotografia.

Click para ver uma seleção de imagens preparada pelo The New York Times.

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23 de jul. de 2009

Rio Grande do Norte: Bela Iniciativa, 2º edição do Jornal de Fotografia é lançado


Com dados do blog Grande Ponto

Já está nas bancas o 2º número do "Jornal da Fotografia", uma publicação independente, sem tutela política editorial ou empresarial, voltado para o segmento das artes visuais no Rio Grande do Norte e propriedade de três profissionais: Marcus Ottoni, João Maria Alves e Brum.

O "Jornal da Fotografia" é uma publicação mensal, impressa com páginas em policromia e preto e branco, em formato tablóide com 16 páginas e tiragem de 2.000 exemplares. Traz em suas páginas reportagens com profissionais do Estado, informações variadas sobre artes visuais, dicas de tutoriais e fotografias, ensaio fotográfico e fotos dos leitores selecionadas entre as recebidas durante o mês, além de um classificado de materias de fotografia.

Post enviado por João Guilherme Peixoto

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1 de abr. de 2009

Convergência na fotografia: duas histórias, a mesma estratégia.

Que estamos vivendo uma era de convergência digital e que isso também atinge a fotografia, ninguém duvida. Já observamos, por exemplo, ver borrada a fronteira entre cameras fotográficas reflex e cameras que filmam, a partir de lançamentos da Nikon e Canon no ano passado.

A onda da convergência atinge também a esfera empresarial. Dois casos importantes se revelam nesse sentido e com estratégias bem semelhantes.

no primeiro caso, temos o reforço da parceria entre a Samsung e a Pentax, no caso, para o segmento das SLRs. O outro, é a fusão, através de controle acionário, da Mamiya, referência em médio formato, pela Phase one, fabricante de backs e sensores digitais.

A estratégia, em ambos os casos, é unir forças. Enquanto tradicionais empresas da área fotográfica se concentram na tecnologia das câmeras e na parte óptica, empresas de TI entram com o desenvolvimento de sensores, softwares embutidos nos equipamentos e tecnologia de imagem.

Temos ainda nessa onda da convergência a hibridização entre linguagens, de vídeo com foto. Mas, por enquanto, isso fica para (muitos) outros posts.

conferir as matérias no BJP (British joural of Photography)

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