21 de out de 2010

12, talvez 10 fotos boas!

Tá no livro a Camera de Pandora, de Joan Fontcuberta, recentemente lançado no mercado editorial europeu:

Uma vez, quando Eugene Smith foi homenageado no festival de Arles, na França, armaram um encontro entre ele e Cartier-Bresson. Expoentes máximos do estilo "documentação social", que trabalharam no passado compartilhando causas e aventuras, sem nunca dissipar uma rivalidade humana.

Smith: E tu Henri, Quantas fotografias boas, verdadeiramente boas, crês que conseguiste fazer na tua vida?

Bresson: Eu creio que umas 12, tavez só 10.

Lição que extraio desse diálogo: Não é o quanto, é o quando. Não é o que, é o como.

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