29 de jun de 2010

Avião de uma asa pousou no Photoshop Disasters



A propaganda da Oi inventou o avião de uma asa.

Pousou direto no Photoshop Disasters. Bonito! Hein?

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A chuva e as fotos

Vale conferir o vídeo montado pelo Jornal do Commercio de Recife que mostra a documentação feita pela equipe do jornal na cobertura das chuvas diluvianas que atingiram e causaram grandes danos aos Estados de Pernambuco e Alagoas.

A edição ficou por conta de Arnaldo Carvalho. Da equipe do JC e vice-editor de fotografia.


#SOS_Pernambuco from JCIMAGEM on Vimeo.



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27 de jun de 2010

Lado B da copa na África



A dica veio do blog Jornalismo e Internet.

O Demotix traz uma galeria nada fotogênica, toda ela captada nos arredores de onde acontecem os jogos da copa do mundo na África do Sul.

Daqui a 4 anos será no Brasil. Inspirador?

Bem,a título de exemplo trabalhem com a seguinte hipótese: e se, em junho-junho de 2014 cair um aguaceiro como o que aconteceu nesses dias em Pernambuco (Recife será sede), como ficará a foto?

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360 graus de vídeo e foto. E cabe no bolso.

A história da imagem em 360 graus remonta ao século XIX, com as projeções estereográficas. 150 anos depois, a forma de se fazer essas imagens cabe no bolso. Agora, tem até vídeo.

A Sony Bloggie (ou MHS-PM5K) É uma filmadora com capacidade de capturar imagens em até 5mega pixels e gravar vídeos em 360 graus.



O resultado disto, em vídeo, é desconcertante. É estranho ter essa sensação de que tudo está sendo capturado. Para capturar em 360 graus, a camera pede uma pequena lente acessória que permite a captação.

No vídeo abaixo, temos uma amostra de como se dá o processo. No caso, o que vemos é a imagem já depois do processo de conversão.




Cuidado com o que está atrás da câmera... Isso agora tende a deixar de existir!

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Para entender a fotografia atual: After Photography


After Photography: Fred Ritchin dá pistas
de como chegaremos à Hiperfotografia.


Recentemente lí After Photography para trabalhar as idéias de Hiperfotografia na disciplina "Meios Visuais e Cultura da Convergência", que ensino no mestrado/ doutorado em Comunicação da UFPE.

A perspectiva de Ritchin é bastante provocadora: A fotografia está passando pelas mesmas modificações que atravessam a sociedade e a natureza. Exemplo? Em tempos em que se manipulam sequências genéticas, se sintetizam formas de vidas e clonam-se seres, por que o estranhamento pela manipulação extrema pela qual passa a imagem?

Esse é só um dos tópicos explorados no livro. Na verdade, Ritchin aposta que está se formando para a fotografia o mesmo que se apresentou para a linguagem escrita através do Hipertexto: ou seja, uma forma associativa, não-linear, multivocal, de narrativa aberta e descentralizada de se acessar textos. Do mesmo modo, valendo-se deste paralelo com o hipertexto, que reconfigura a produção de sentido do escrito, e assim é algo a mais e diferente que o texto; a hiperfotografia estaria reconfigurando o campo do visual, sendo mais que a fotografia em si.

A foto teria assim a capacidade de assimilar e alimentar outros discursos visuais da contemporaneidade. Como o 3D, o CAD, a simulação, etc. Isso estaria ampliando o campo do visível e do que pode ser entendido como imagem fotográfica na atualidade.

Bem, as concepções presentes em After Photography por vezes espantam. Mas, Ritchin tem o mérito de não só ficar na especulação. Traz muitos exemplos, vincula com precedentes da história da fotografia e sem cair nas tentações teóricas. Não é compreensão da fotografica como semiose, nem como estética. É fotografia em diálogo com a cultura. No caso, a contemporânea. Tecnológica, de alta velocidade, onipresente e recombinada com outros regimes de produção de sentido visual.

Leitura imperdível.

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Magnum e Reporters sans frontières no Iphone


Magnum no Iphone. Baixe o aplicativo,
veja as fotos e dê grana para ajudar a Magnum.


O tele-tudo da Apple, o Iphone, tem se notabilizado pelos aplicativos desenvolvidos para ele. Tem de tudo: receitas, previsão do tempo, bússola, download de música.

Agora, numa junção da Magnum Photos com a Reporters sans frontières (RSF), foi desenvolvido um um aplicativo da Magnum para o smartphone. O novo álbum da RSF em colaboração com a agência é o motivo para a estréia. Ao preço de 3 euros o aplicativo dá acesso as imagens da RSF e a histórias que vão sendo alimentadas semanalmente, ao preço de 0,79 euros.

A renomada agência já vem experimentando, através do magnum in motion, há alguns anos a reformatação de seu conteúdo de imagens para plataformas baseadas na web e para Ipod. A experiência parece ter dado certo e agora se expande para plataformas pagas e também na lógica do consumo móvel de conteúdo.

Em tempo de convergência de mídias, a fotografia busca seus canais de onipresença midiática.

Em tempos de crise, a Magnum tenta ganhar no mercado dos produtos culturais o que está perdendo no mercado de informação jornalística.

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3 de jun de 2010

Revisitando a operação Condor. No Lens.


Foto: João Carvalho Pina.

Para quem não conhece a recente história da América Latina, a operação Condor foi uma ação conjunta de diversos países mergulhados em regimes totalitários que povoaram o continente entre os anos 1960 até os anos 1980.

A operação visava dar combate ao que se achavam terroristas, comunistas, subversivos, com troca de informações por parte dos países que compartilhavam regimes militares.

No lens, o blog de fotografia do New York Times, Tracing the Shadows of Operation Condor, é o nome do ensaio feito pelo fotógrafo português João de Carvalho Pina, revisitando os lugares que foram palco de torturas e assassinatos, bem como pessoas envolvidas e parentes dos desaparecidos.

A concepção do fotógrafo, segundo nota, para fazer este trabalho partiu da percepção que a geração dos avós dele está desaparecendo, e com isso parte da história, pois não há documentos sobre isso.

Documentar o passado, contudo, é uma idéa paradoxal. As coisas, pessoas e objetos não estão mais vinculadas, as ocorrências se foram. O que pode ser feito? No caso, João de Carvalho Pina aposta na possibilidade de levar aos observadores uma sensação de estranhamento ao se ver imagens que evocam eventos desaparecidos.

É possível e ele consegue. Confira e tire suas conclusões.

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2 de jun de 2010

Pernambuco em São Paulo



Depois da iniciativa da Arte Plural Galeria trazer no mês de março último o projeto “Pernambuco Convida”, agora é a vez da contrapartida. O São Paulo recebe. A idéia opera como um intercâmbio entre fotógrafos

Nesta rodada do projeto, os pernambucanos Teresa Maia, Cláudia Jacobovitz, Mariana Guerra, Mateus Sá e Alexandre Belém receberam em Recife os paulistas Fernanda Prado, Celisa Beraldo, Marcello Vitorino, Gabriel Boieras, Paula Cinquetti e Luciana Cattani. Agora São Paulo recebe Pernambuco.

Será a partir de 10 de junho de 2010, no Território da Foto e a curadoria fica a cargo da jornalista e crítica de fotografia Simonetta Persichetti.

Serviço: São Paulo recebe Pernambuco.
Abertura: 09 de junho, às 19h.
Durante o evento de abertura haverá o debate: “Fotografia – a fronteira entre arte e documental”, com Simonetta Persichetti, Gabriel Boieras e Fernanda Prado.
Visitação: de 10 de junho a 31 de junho - de segunda a sexta, das 10h às 18h, e sábados das 10h às 14h. Domingo é fechado.
Entrada: franca.
Território da Foto, Rua Mateus Grou, 580 Pinheiros – São Paulo – SP. Informações: (11) 2737-7392. atendimento@territóriodafoto.com.br.

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Tunick ataca de novo.

Primavera em Manchester, Reino Unido. Spencer Tunick ataca de novo. Como sempre, muita gente nua, ideais eco-corretos e performance transformada em fotografia. Ou seria o contrário?



Veja matéria da BBC e tire suas conclusões.

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